Fernando de Noronha: DIAS 1 E 2 Viagem
11 FEVEREIRO. 2017
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Fernando de Noronha é um lugar difícil de se descrever. Sem dúvidas, o mais lindo que meus olhos já contemplaram. Por mais que eu me derreta pelo paraíso nesse post, você só entende – realmente – se já esteve por lá. Então, pode considerar tudo o que você vai ler, um convite urgente para a ilha que faz todo mundo querer ficar.

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O espetáculo já começa lá de cima, com a vista deslumbrante dos dois irmãos. Não esquece de garantir uma janelinha, no lado direito da aeronave (olhando para o fundo). A chegada é imperdível!

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Assim que chegamos, corremos para a pousada. Trocamos rápido de roupa para conhecer a praia Cacimba do Padre: tinha altas ondas por lá, e eu, um namorado surfista extremamente ansioso!

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Assim que chegamos na Cacimba, deu pra perceber porque todo mundo que vai a Fernando de Noronha considera o lugar tão especial. Há uma energia contagiante que emana da natureza – linda e totalmente preservada – de lá. As ondas gigantes quebrando no morro dois irmãos: o cartão-postal do arquipélago nordestino, que parece ter emergido feito mágica do fundo do oceano Atlântico. Os pássaros e seus rápidos mergulhos ao lado dos banhistas, o sol escondendo a sua  luz no mar, ao fim do dia.

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Acho que ninguém precisa de motivos para conhecer Fernando de Noronha, mas o meu foi especial. A loja, que também é restaurante e galeria,  O Pico, entrou em contato com a marca há alguns meses, interessados na nossa Jelly Ring – canga redonda estampada no neoprene, lançada no verão de 2015.

Noronha merecia uma estampa só para ela, e nos sentimos honrados e empolgados pela oportunidade de criá-la. A artista Clara Nahas, que já é parceira da marca, pintou a natureza, tão característica da ilha, em aquarela – e juntos criamos uma estampa cheia de vida, do mar ao céu de Noronha.

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A Jelly Ring Noronha é vendida exclusivamente no Pico. Mais um motivo para você conhecer!

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Logo no primeiro dia, jantamos no lugar que, ao final da viagem, foi eleito o nosso preferido. O restaurante Xica da Silva é imperdível – e não esqueço do prato que escolhi. Era um peixe ao molho de manjericão, acompanhado de purê cremoso com camarões, divino. Sem dúvidas, essa é a minha sugestão!

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O nosso segundo dia começou nos lugares mais incríveis da ilha. Percorremos, ansiosos, o caminho até o mirante perto da Praia do Sancho, e lá de cima tive a vista que tirou todo o meu fôlego: a Baía dos Porcos é surreal de linda!

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Mamis linda e a água cristalina da Baía.

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Lá de cima, antes de enfrentar a escada nas pedras que dá acesso à paradisíaca Praia do Sancho, avistamos dois tubarões nadando tranquilamente, bem perto dos banhistas. E o medo de entrar na água depois? Nunca tinha visto nada parecido. Mas o Sancho é tão lindo e mágico que não resisti. E por lá, todos deixam bem claro que os tubarões são tranquilos como qualquer outro peixe – basta respeitar o espaço deles e observa-los com calma!

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Nunca imaginei que entraria em um mar repleto de tubarões, rs! Mas lá estava eu, acompanhando o Flávio em um “mergulho” com o snorkel. Assim que saímos da arrebentação – o mar é bem agitado nessa época do ano! – mergulhei o rosto na água e fiquei paralisada: um pouco pelo medo, muito pela vida marinha, tão perfeita e diversa, que habitava aquele lugar.

Em alguns minuto eu consegui ver duas tartarugas, peixes diferentes e – pasmem – um tubarão que, ao menos para mim, era enorme! Entrei em choque e apertei com força a mão do Flávio, pra não me soltar! Saí da água “plena”, com um sorriso enorme no rosto! Me sentindo muito vitoriosa por ter enfrentado o medo e visto cenas tão lindas. Depois, fiquei só relaxando na areia porque, né, era muita adrenalina para um dia.

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Assim que saímos do Sancho, eu sabia que precisaria voltar ali. A praia me trouxe a sensação de ser uma “intrusa”, mesmo querendo tanto pertencer a ela. Parece um lugar inexplorado, sabe? E a gente sente que ele deve permanecer assim. Dezenas de aves descansam nas árvores, e os sons que escutamos são só da natureza. Percebemos que somos mesmo meros visitantes, e é nosso dever observar e preservar, com todo o cuidado, aquele paraíso.

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Enquanto o Flávio curtia mais do surfe, eu e Mamis fomos explorar a Baía dos Porcos com a maré baixa, único momento em que se pode caminhar pela areia. Mais um visual apaixonante, e com energia que contagia instantaneamente. Ali, no final da baía, caminhando em direção ao Sancho, você vai encontrar a piscina natural mais bonita da ilha. É quase inacreditável, a cor que ela tem. Não é permitido se banhar nela, mas juro que ver já basta!

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Assim que o sol começou a cair, fomos de buggy até o mirante do Boldró, para uma vista perfeita.

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O mirante fica cheio de gente, esperando para assistir o espetáculo que é o pôr do sol visto de lá. Em Noronha, eu quis contemplar o pôr do sol em um lugar diferente todos os dias, até descobrir o meu preferido. É quase que um “ritual” na ilha, parar e admirar esse momento. Sem dúvidas, os minutos mais mágicos do dia.

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Na nossa segunda noite, jantamos no Varanda, outro restaurante delicioso de lá. O esquema da viagem foi não parar para almoçar: comíamos alguns petiscos durante o dia, e o café da manhã era sempre reforçado. Como foi a minha primeira vez na ilha, quis curtir ao máximo as praias, e um almoço prolongado definitivamente não estava nos planos. Em compensação, todas as noites jantamos em restaurantes deliciosos. No Varanda, a minha escolha foi o Bobó de Lagosta, servido com castanha e farofa crocante. Sensacional!

Vejo vocês nos próximos dias!

Beijos,

Luisa.